jueves, agosto 31, 2006

Dia da Independencia no México é coisa séria...


A Semana da Pátria no México não é semana, é mês. Durante todo o mês de setembro, tudo e todos estão enfeitados para comemorar a Independência. Todas as ruas, todas as lojas, ônibus, carros, casas são devidamente decorados para as Festas Pátrias. Aqui no Cyber não é diferente e amanhã mesmo começo a colocar os enfeites com as cores da bandeira mexicana: verde, branco y vermelho.
Na noite do dia 15 de setembro, há uma cerimônia oficial com discurso do Presidente e ao final, o Grito "Viva México!!!" por 3 vezes. Quem não vai ao Distrito Federal (como eu, que vivo há 5 horas dali..) para ver de perto o Presidente repetir o Grito na Sacada do Palácio Presidencial, assiste pela televisão e dá o grito junto. Muito bonito, super patriótico, gritam com pasión, do fundo do coração. Os mexicanos têm um verdadeiro orgulho de seu país.
Aqui em Xalapa comemoramos na casa das tias do Lalo com muita tequila, música e comida típica.
E depois me perguntam como é no Brasil. "É um feriado nacional, ótimo para descansar..."

Foto: Lalo e eu na festa da Independencia 2005

martes, agosto 29, 2006

Zzzzzzzz...zzzzzzz...zzzzzzz.....

"Dormir é a melhor coisa deste mundo. Nem leitura, nem diversão, nem uma boa mesa, nada se compara. Sexo então é fichinha perto. É um momento de magia quando você, só cansaço, cansaço da pesada, deita o seu corpo e a sua cabeça numa cama e num travesseiro. Ensaio, prosa, poesia, modernidade, tudo isso vai para o brejo quando você escorrega gostosamente da vigília para o sono. É o nirvana!"
Raduan Nassar

(E se dorme melhor se estiver lendo o seu livro Um copo de cólera ... )

viernes, agosto 25, 2006

Tava pensando nisso...


"Yo se que la poesía es imprescindible, pero no sé para qué." (Jean Cocteau.)

Diga algo, cabrón!


O general mexicano Pancho Villa, herói da Revolução Mexicana logo depois de ser metralhado (provavelmente por assassinos contratados pelo então presidente do México Adolfo de la Huerta) teria tido uma preocupação com o legado histórico combinada com falta de inspiração.
Não consegui confirmar em nenhuma fonte muito confiável, mas Villa teria dito pouco antes de morrer:

"No permitáis que ésto acabe así. Contad que he dicho algo." (Não permita que acabe assim. Diga que eu disse algo).

martes, agosto 22, 2006

História de princesas e dragões

Alexsandra, minha irmãzinha, acaba de morrer. Minha cabeça não deixa de projetar a tosca imagem dos forenses com seus gestos mecanicos e insensiveis, metendo seu corpo sem vida na bolsa negra.
Mamãe está inconsolável: sua filhinha caçula, última recordação de um amor já passado com papai, mas que ela ainda se apegava tanto, deixou de existir, segundo os médicos, há 3 horas. Agora, para minha mãe, não resta nada mais do que iniciar o tortuoso ritual que consiste em avisar aos familiares e amigos o que passou, repetindo uma e outra e outra e outra vez as mesmas palavras: - aconteceu algo terrivel....- Tudo isso para unir, ao final, os lamentos através de um indiferente fio telefonico.
Papai por sua parte e, dizem, como os verdadeiros homens, não chora. Prefere afastar-se com um rosto indecifrável, batendo a porta ao desaparecer a este quarto escuro, repleto de livros de medicina e psicología, a que chama estudio.
E eu, com os olhos secos logo do dilúvio que derramaram, me dedico a observar pela janela, sentado na minha poltrona verde, as luzes de dezenas de carros que se movimentam pela avenida e confundo-as com fantasmas que perambulam sem destino em esta desgarrada noite. Perambulam como posivelmente faz agora Alexsandra, quem sabe com o pijama do Pato Donalds que regalei a ela faz tanto tempo, o mesmo que ela vestia quando a encontrei no seu quarto, estendida na cama, segurando o seu ursinho de pelúcia, os cabelos largos e enrolados cubrindo o seu rosto, pálida e sem vida.
Passou, não é mentira.
Difícil comprender como as coisas se veem a colores uns dias e em um piscar de olhos se tornam preto&branco, ou explicar como alguém que te ama e a quem voce admira, te ve a colores, mas voce acaba comportando-se como uma simples e imprestável estátua cinza.
Faz pouco tempo, eu acho, tudo transcorria muito normal: o pai agoniado com o seu trabalho, mamãe se divertindo com suas amigas; minha irmã fazia travessuras e brincando no jardim; e eu com meus estudos, minha bicicleta e minhas excursões. Mas tudo mudou. Esta noite que entrou no meu quarto, com os pés descalços no carpete e o semblante como que hipnotizada, caminhando até mim, mas enxergando o nada, minha irmã comecou a chorar com um rosto tão cheio de angústia e desesperação como o que mostrava ao despertar-se de algum pesadelo, logo depois que assistíamos a esses filmes de dragões e outros monstros que tanto a espantavam. –Claro-, eu dizia naquela ocasião.- não deveria ter visto este filme comigo. Si quiser dorme aquí, eu te cuidarei.
Eu te cuidarei.
Era isso o que eu a repetia, uma e outra vez e outra cada vez que os monstros da televisão a inquietavam. Mas, naquela noite em que Alexsandra me contou que os seus sonhos tinham se convertido em realidade, que o monstro havia decidido abandonar a ficção e entrar no corpo do pai… não quis acreditar.. morria de medo. Não sei quantas vezes se passo, tampouco quero imaginar-lo. Papai aproveitava minha ausencia e de mamãe, ou do nosso sonho, para entrar silencioso no quarto de Alexsandra, apontando com o dedo na boca que não deveria fazer ruído. Depois, dava uns passos até cama, desabotoava a calça e fazia cair no chão diante dos olhos cor de mel da minha irmã, grandes e atonitos, que se tingiam de cinza pela sombra realidade. Alexandra necesitaba algo a que apegar-se, um guardião para protege-la, um companheiro que a ajudasse a atravessar o inferno por onde caminhava e, inútilmente, me buscou. Eu, petrificado, sem saber o que fazer, não servi de nada. Então o pequeno corpo, tremendo-se toda e seus olhos examinando-me, seu rosto revelando mais ódio que sofrimento, me dizia, ou melhor, me murmurava: - Eu vou matar, vou matar o dragão.
Aos poucos foi criando coragem… algo que a mim me faltou e ela o fez.
Com a ajuda de pílulas para dormir que usa mamãe, hoje decidiu colocar um ponto final ao seu sofrimento. Matou o dragão. O dragão já não poderá mais lastimar-la. Minha irmãzinha caçula está morta. Desejaria poder dizer que acreditava nela, para poder, ao fim, aonde quer que esteja, cuidar-la como tinha prometido. Me levanto da poltrona verde, olho através da janela e ao ver meu reflexo, as lágrimas regressam. Busco minha mãe e só escuto seus passos e sua voz débil na cozinha. Olho a imensa porta do estudio que esta o meu pai e penso: talvez ele busque em alguém mais o que não obteve com a minha irmã... Talves ele encontre nas minha mãos o que ela pretendia fazer…

domingo, agosto 20, 2006

Orgasmo intelectual

Pessoas inteligentes sempre tiveram um grande fascinio sobre minha pessoa. É um tesao intelectual. Tenho o privilegio de conhecer alguns nestas páginas da vida. Mas perdi o capítulo principal. Notas de rodapé: tenho fome de aprender. Eles de ensinar. Introduçao a um mundo que passei sem ver, mas que esteve todo o tempo lá, espiando-me. Será que fui sua pior aluna? Provavelmente. Deve ser este friozinho bom que esta fazendo aqui. Deve ser a chuva que esta apenas começando. Melancolia, nostalgia, letargia, agonia, mescalina... Saudades, Ale, só saudades...

"A diferença entre as lembranças falsas e verdadeiras é a mesma das jóias: as falsas sempre aparentam ser as mais reais, as mais brilhantes." Salvador Dalí

viernes, agosto 18, 2006

Tacos al pastor


Aqui no México sao famosos os tacos al pastor.. E sabem com o que se parecem? Com o famoso churrasco grego no Brasil!!! Claro que a carne nao é igual, mas o processo é o mesmo, até mesmo as mosquinhas ao redor. E sao acompanhadas com muito cilantro e cebola picadinha.. Hum.. uma delícia!!

martes, agosto 15, 2006

Ainda sobre os últimos acontecimentos de uma certa segunda-feira de caos....

E a conexão de internet aqui no Cyber caiu. Histeria geral. Eu deveria estar de taaaanto mau-humor que nem a rede aguentou. E no meio do caos chega uma americana. Cara simpática. "Boa oportunidade para praticar meu ingles macarronico", pensei. E depois de 5 minutos caiu a ficha: era evangélica... tava falando da Bíblia! Oh-oh, pensei, me fu.. não deveria ter dado bola a essa... E me deixou um livro para ler e que retornava na próxima semana para discutirmos o que eu tivesse lido. Não, não, não... e o pior é que este tipo de gente gruda mais que chiclete bubballo ...
Fui pra casa. Com o tal livro. "Melhor pratico o meu ingles". Tentando ser otimista. Dormi na segunda palavra. E decidi que para ler porcaria seria melhor ler algum dos 12 livros que trouxe do Brasil, esperando impacientes para serem devorados.
Abri um vinho (conselho de uma amiga). Escolhi um Paul Auster. O livro das ilusões. Genial desde a primeira linha.
É, pensando bem, comecei maravilhosamente a minha semana...

lunes, agosto 14, 2006

Grrrrrr.. segunda-feira....

É algo organico. Detesto segundas feiras. Que me deem bom dia já me irrita. Dizem que nem as galinhas dao ovos neste dia. Nenhuma grande decisao pode ser feita às segundas. Podemos ter um mal julgamento. Melhor decidir-las na quinta-feira, com mais animo e entusiamo.

martes, agosto 08, 2006

Tão, mas tão virgem...

Chego às 10 na sua casa e nao te encontro.
Ninguem em casa? Sem resposta. Escuto um som de playstation no andar de cima. O irmao ta ai.. Hum.. e ele é lindo.… Melhor me arranco daqui.
- Quem ta ai?
- Ééé… sou eu. Vejo que seu irmao nao tá. Melhor volto outra hora.
- Sobe aí.
Putz…
- E aí, ta jogando o que?
- Harry Porter. Quer jogar?
- Sou da época do Atari, nao sei nada disso nao. Melhor espero lá em baixo.
- Que nada. Senta aquí que te ensino.
Agachados no carpete do seu cuarto. Encostados na cama. Seu braço toca a minha perna. Reacciono. Ele passa os fios do outro comando por cima da minha cabeça. Sinto seu hálito de bolachas waffles com café. Sabor chocolate branco. Tento parecer indiferente a tudo. - Então, aquí voce aperta para correr, aquí para saltar e aquí para dar uma magia. - Ahhh. Ok. (não entendi nada, mas vamos lá) Não consigo me concentrar. Faco muitas palhaçadas. Caimos na gargalhadas. (que sorriso, que boca maravillosa. Pára de pensar isso. Ele é irmão do seu namorado. 6 anos mais novo.
- E ai, ta a fins de uma breja?
- Mas são 11 da manha!
- E dai? Hoje é sábado.
(É. Nunca se sábado o que pode acontecer…)
- Ok, me traz uma então. Mas só uma! Ele trouxe 6. Numa geleira. E a primeira desceu fresca. Pensei claramente. O que é q eu to fazendo aquí? O cara é um moleque. Depois desta vou embora É, nada que ver isso tudo. Depois dessa to indo.
- Mais uma? - Sim. (caramba, nem pisquei em responder… ah, mas só mais uma, eu to legal)
- E ai, nao quer jogar mais nada? Com sorriso cínico, insinuante. Ahhh… depende. Tem que ser algo em que eu sou boa porque vc me arrasou no último jogo.
Ele se aproxima mais.
- Depende. Em qual jogo voce é boa? As bocas quase se encontrando… - Hum, tem aí Mortal Kombat? Eu era boa nisso. Sorriso mais sedutor.
- Voce é boa em matar? (só aos beijos, querido, e essa sua boca é que esta me matando de desejo de meter a língua na sua).
- É boa para matar ou não?
- Ah? O que? Não tava prestando atenção, desculpe.
Ele sorri. Deus, não to aguentando.. é so um beijo. Preciso beijá-lo. Não tem nada de mais. Beijo nao é traição. Não é, não é… Vou me aproximando mais. Milimetros de distancia. Sinto o hálito de chocolate. Toco de leve sua boca. Com a lingua o forço a abrir-la. Coloco a mão na sua coxa. Insinuo meu corpo a ele, os seios tocando seu peito.
- O que ta passando aquí????? Fodeu. Chegou o irmão. Meu namorado. Faço cara de cínica, de indiferente, de que não foi minha culpa.
- Calma. Não passou nada.
- Sai daqui moleque.!
Pensa rápido. Rápido. Rápido.
- Não passou nada. Tranquilo. Vc. sabe que o seu irmão sempre foi a fins de mim. Estava brincando com ele, só isso. Ele estava me ensinando a jogar Harry Potter, imagina voce. Que jogo mais infantil.
- Voce é mesmo uma vagabunda. Não presta. Seduzindo o inocente do meu irmão!
- O queeee?….. Tá louco? Ele é que estava me seduzindo, tentando jogar um charme para cima de mim. Eu não fiz nada!. Eu sou inocente!. E não me chame de vagabunda não, porque vc. sabe muito bem que eu sou virgem, e sou só sua, né meu amor? Vem cá, vem. Esquece isso tudo. E aonde é que vc. estava, heim? Não combinamos aqui às 10 da manhã? Com quem saiu? E porque nao me avisou? Aposto que saiu com aquela sua amiguinha que eu detesto e que não te deixa em paz. Eu sabia, sabia, sabia... Voce não liga pra mim, nem para os meus sentimentos....

viernes, agosto 04, 2006

Amiga numismática

Teve um tempo que foi divertido viver no Canada. Morava com um baiana nota 10. Uma vez le disse que tinha um amigo numismático e ela me perguntou se ele iria sobreviver. .. Daquele dia em diante sempre nos tratavamos como "numis".
- E ai, numis, como foi o seu dia?
- Uma porcaria. Estou entendiada de tanta neve, tanto frio.
A amiga numis nao parava em casa. E nao trabalhava. Saia cedinho comigo, às 6:45 e ia para o YMCA fazer ginástica. Batia perna todos o dia e às 10 da noite já estavamos dormindo. As vezes até antes. E o bom é que como todos a conheciam, ninguém ligava la em casa depois desta hora.
Conheci a numis pelo amigo do amigo de um ex aluno da minha professora do curso de ingles. Queria mudar de casa porque vivia na p.q.p. E o ex aluno me apresentou o seu amigo na mesma situacao. Passado um mes esse amigo me disse que conseguiu uma casa num dos meus bairros preferidos. E frisou que tinham um quarto a mais. Tinham? Como assim? Tem mais alguém? Sim, mais uma mulher. Gente fina. Pode vir quando quiser. Topei na hora.
A casa tinha o piso completamente desnivelado, o aquecimento "central" era na sala e nao chegava aos outros quartos ( e estávamos em dezembro onde a temperatura chega a -30º fácil), o senhor que alugou nao levava a geladeira, e para acabar com o bom ambiente, a amiga numis brigou com o meu amigo... Me desesperei pq. ainda nao descolava trampo e nao tinha mais um dólar para pagar outro aluguel. E ela (que me conhecia há 15 dias), disse que tinha um amigo que estava rentando o seu ape, ali mais pertinho do metro, mais no meio do meu bairro preferido, na zona mais boemia da cidade.
- Se vc. tiver afins vamos.
- Afins eu to, e muuito, mas nao tenho grana agora, nao sei o que vou fazer..
- Pois eu te empresto e qdo vc comecar a trampar me vai pagando.
Foi o inicio de uma grande amizade.
A numis me deu tanta sorte que na semana seguinte me chamaram para trampar numa fábrica. Por causa dela passei um Natal e um Ano Novo completamente feliz estando longe de casa. Por ela conheci uma potiguar que se tornou minha grande amiga também. Aprendi o que era dividir uma casa (e uma cama de casal, já que no apartamento só tinha essa). Ela impos suas regras na casa e eu achei ótimo. Dividiamos o aluguel e os servicos. Cada qual comprava sua comida. Eu nao sabia cozinhar - só preparava coisas "comíveis", mas nunca gostosas. Ela, ao contrário, sabia preparar pratos com gosto e ainda me deixava comida quentinha para ser devorada quando chegasse do trabalho. E ainda dava um bonus dizendo que eu poderia levar o que sobrasse de marmitao para o day after. E conversámos muuuuuuito, sobre homens, viagens, crises existenciais, sexo, comida, familia... E bebiamos muito vinho. Eramos nossas terapeutas enquanto nevava lá fora e a temperatura alcancava seus - 40º. Um dia saimos na rua de shorts, camiseta e chinelo para tirar uma foto na neve, só de farra. Puuuuuuta frio. E a gente se matando de rir.
Con a numis aprendi e senti um imenso gosto por viver com alguém que mal conhecia. E foram apenas 5 meses, pq depois ela se encheu mesmo da vida por lá e decidiu partir para a França. E o apartamento de 50m se fez um castelo de fantasmas. E ótimas lembranças.
Vivi alone por quase dois meses. Foi incrível. Depois dividi o apartamento com uma patricinha. E nao durou nem um mes. Venceu o contrato do ape. Mudei. Umas cinco vezes mais. Ahh mas a lembrança daquele apartamento na meio da Avenue Mont Royal...

martes, agosto 01, 2006

Os filhos de Matrix

Vi o tal filme (“Y tu que sabes?” (What the bleep do we know?!). E tive que ver novamente. Muita informaçao. Muito rápido. Coisas loucas. Que absurdo! Meus problemas nao sao metafisicos, fazem parte de uma física quantica. E nunca ninguém se dignou a explicar-me.

De que estao feitos os pensamentos? De onde viemos? Por qué seguimos cometendo os mesmos erros? Por qué seguimos relacionando-nos com o mesmo tipo de gente? Por qué seguimos tendo o mesmo tipo de trabajo? No infinito mar de pontencialidades que nos rodea, como podemos seguir criando um mesmo tipo de realidad? É possivel que estamos tao acondicionados pelo nosso dia-a-dia, tao acondicionados com a manera que criamos nossa vida, que recorremos a idéia de que nao temos controle de tudo isso em absoluto?

Mais como um documentário, o filme (te) questiona sobre tudo isso enquanto conta a história de “Amanda, (Marlee Matlin, quem ganhou um Oscar de melhor atriz pelo filme Os filhos do Silencio), uma fotógrafa divorciada, que vai viver una experiencia fantástica do tipo "Alice no País das Maravilhas". Um día na sua vida se iniciará com uma viagem por mundos ocultos, sendo revelado através do ponto de vista celular, molecular e da física quántica. Meio a la Matrix, a realidade vai sendo questionada assim como a noçao do que é real.” A diferença aquí é que a realidade tem milhoes de possibilidades que podem mudar ao seu favor. E que nós somos uma delas.

Pode parecer muito delírio psicotrópico. Pode ser que nao mude absolutamente em nada a minha vida. Mas tentar ver a vida por otros angulos nao pode ser tao nocivo assim…

PS. O filme tem a pretençao de ser polemico… Há inúmeras paginas na web que apontam que o tema faz parte de um culto religioso chamado
Ramtha School of Enlightenment, que os cientificos que falam no filme nao sao reconhecidos por nenhuma grande Universidade, ou que tem a finalidade de apresentar uma proposta a um movimento chamado Creativos Culturales e que muitos dos diálogos foram editados, etc. etc.. etc. Se tiver curiosidade, entra lá: